segunda-feira, fevereiro 14

#include «Feliz Dia dos Namorados.h»

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Inevitavelmente o Amor ocupa um lugar central na vida de qualquer pessoa, dessa forma, o Inginheiro, aproveita aqui para endereçar a todos os casais do meio ESTGIANO e área subjacente, um Excelente Dia de S. Valentim.

E aqueles a quem o Cupido ainda não apurou suficientemente a pontaria, não lhes inundando os saltitantes corações de emoções fortes, o Inginheiro promete que colocará uma cunha ao responsável pelas paixões de modo a permitir o desabrochar de mais pombinhos no seio universitário.

Existem emoções intemporais que contam e descrevem histórias de Amor, e isso é tão saudável. É saudável abandonarmo-nos à mansidão de pertencer a outra pessoa. A ela e ao seu corpo. É bom quando os nossos passos, na rua, se tornam mais frágeis sem os seus dedos entrelaçados nos nossos.

Quando toda a nossa independência fica perdida numa ideia vazia do passado, dada a impossibilidade de substituição daquela presença, a única, a especial, a que nos completa. Este mundo paralelo da nossa vida, intenso e profundo, com as borboletas no estômago, o suspirar, e o florescer de emoções que nos tornam tontos e parvos. Faz tão bem. Sentimo-nos completos e realizados.

Boa Sorte!
}

void main(O Inginheiro)

quarta-feira, fevereiro 9

#include «A caça.h»

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Num atrasadíssimo e profundo "Viva 2011" o Inginheiro pressagia, antes de mais, votos de Felicidades para o Novo Ano, que começou há 40 dias conforme regulamenta o nosso calendário.

Tal período de ausência do Inginheiro esteve relacionado com uma visita ao Egipto, a fim de absorver conhecimento de um dos mais prestigiados líderes desse Faraónico país. O amigo e colega de profissão Hosni Mubarak, que explicou ao Inginheiro algumas das técnicas utilizadas pelo NAE para a persistência na arte de se agarrar ao poleiro.

Mas vamos em frente, que atrás vem gente.
O excessivo ruído visual em torno das novidades da nossa instituição na entrada do ano de 2011, foi tanto, que deixou o Inginheiro boquiaberto, necessitando de mais alguns dias para assimilar este incomensurável monte de coisas novas.

A começar pelo monte de entulho que coabita as traseiras dos nossos honrados laboratórios que, aliado ao ruído que tem proveniência nas novas instalações para os nossos docentes, ou melhor, pela falta dele, leva o Inginheiro e os demais companheiros de batalha a cogitar que tal obra se encontra como a economia - "ESTGNADA". O Inginheiro anseia que as instalações provisórias dos estimados docentes não se perpetuem muito mais, no seu carácter provisório.

Mas há mais abordagens para fazer acerca do Novo Ano, depois do Inginheiro meditar e reflectir sobre todo este arsenal de novidades.


Quem fala em entulho fala em prados, pinhais, hortas, e outros locais onde se pode praticar o exercício da caça.

Para conhecimento, a caça está definida no Decreto-Lei nº202/2004 de 18 de Agosto g), como a actividade venatória de procura, perseguição e captura de espécies consideradas como cinegéticas. Este exercício só pode ser praticado em quatro zonas: Municipais, Associativas, Turísticas e Nacionais.

Contudo, nos últimos tempos, o Inginheiro tem verificado a existência de uma quinta zona de caça, a qual parece agregar todas as anteriores numa só
:
Municipais e Nacionais devido à multiculturalidade/dispersão geográfica das suas presas e caçadores;
Associativas porque "arranjinhos de amigos" é o que por lá não falta;
Turísticas, cujo nome é bem elucidativo do que muitos dos caçadores por lá fazem.
Para os mais curiosos, o Inginheiro está, claro, a falar da zona de caça da ESTGA (e área subjacente).

À semelhança da praticada "ao ar livre", nesta zona a caça também começa em Setembro, quando as coelhinhas (na sua maioria) e também alguns coelhinhos já deixaram a desmama e estão prontos para abandonar as suas tocas, fase que se inicia com a sua matrícula em Aveiro.

É logo neste dia, que os predadores da ESTGA, munidos não de armas, mas de outros elementos, onde um pouco de lábia e uma mini ou outra bastam, vão escolhendo as suas presas, para daí a alguns dias deferirem o seu ataque "mortal".

Caso raro e ainda não descoberta explicação lógica pela ciência, consiste no facto das coelhinhas, aqui, ao contrário do que acontece na realidade, não fugirem do "perigo" mas sim, aproximarem-se cada vez mais dele.
Agora que Janeiro encerrou e a caça à espécie cinegética supracitada já terminou, está na hora de contabilizar o total de rezes de cada um desses predadores, e desejar que o próximo ano quando pior, seja sempre igual a este.

Mas para os mais distraídos, o Inginheiro relembra que a caça ao javali decorre durante todo o ano, à noite – o que convém ainda mais aos caçadores – e que outros exemplares selvagens é o que não falta na referida zona de caça. Por isso é de esperar um qualquer ataque numa dessas noites de lua cheia...

Boa caçada!
}



void main(O Inginheiro)