quarta-feira, junho 30

#include «O Novo acordo ortográfico, a ESTGA e o Microondas.h»

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Após uma atribulada semana, o Inginheiro está de volta com um tema completamente novo no Blog – O NAE.

Calma! Podem guardar as caçadeiras e as minas anti-Inginheiro que desta vez o Inginheiro está aqui para dar uma palavra de apoio e reforço da imagem da ESTGA perante o mundo lá de fora.

No entanto antes de ir ao assunto que realmente importa, o Inginheiro vai vestir o escafandro e um escudo de protecção para frisar um detalhe.

Na semana passada, na tão celebríssima Festa da Praia, onde só faltaram as ondas, a areia… e também as pessoas, foi servido como petisco - Porco no EspeCto. Parece que a ESTGA se antecipou aderindo mais cedo ao novo acordo ortográfico.
Mas esperem lá, não era suposto este fazer desaparecer as consoantes mudas? O Inginheiro também acha que sim. Mais uma vez foi notório quem é que se espetou.

Adiante,

O Inginheiro sentiu-se, sinceramente, satisfeito com a recepção de um e-mail que profetizava um prémio recebido pelo NAE! O nosso Núcleo Associativo recebeu pelo segundo ano consecutivo, o prémio de Melhor Núcleo Associativo do Ano (dentro da vida associativa na Universidade de Aveiro). Foi também reconhecido, o coordenador e colega Augusto Leite, que venceu o prémio de Melhor Dirigente Associativo do Ano.

O Inginheiro deixa aqui a congratulação do NAE e do colega Augusto Leite. Parabéns!

No entanto o Inginheiro sabe que nem tudo é perfeito, e espera que o NAE continue a evoluir, melhorando em muitos aspectos, como o Inginheiro tem sugerido (geralmente aspectos menores, é verdade, mas que podem, e devem ser melhorados). Para que assim, no proximo ano, voltem a mostrar que estamos vivos!

Do ponto de vista do Inginheiro isto beneficia imenso a ESTGA. A verdade é que, infelizmente, a nossa instituição é sempre vista como que "o resto" da Universidade de Aveiro. É uma triste realidade, facto pelo qual, o Inginheiro gosta e aprecia que nos imponhamos perante a nossa "casa mãe". É bom que saibam que estamos aqui. Temos que estar aqui para vencer!

Mas já que se fala em Parabéns, o Inginheiro vai ainda congratular o autor de uma genial ideia para os laboratórios dos Inginheiros.

E perguntam vocês com cara de Quarta-Feira à tarde – Qual ideia?

Esta:
Não. Não é engano – São... Microondas. Estão quatro (sim, quatro) microondas há alguns meses num dos laboratórios dos Inginheiros.

A astúcia do Inginheiro fê-lo perceber logo o objectivo - dado que o trabalho dos Inginheiros abunda (com a elaboração, estudo e execução dos projectos), estes quase não têm tempo para tratar convenientemente da sua alimentação.

Como tal, para não perderem tempo nas desmedidas filas do refeitório da ESTGA, foram colocados ali quatro microondas para que os Inginheiros possam atestar um belo coelho à caçador, ou uma carne de porco à alentejana, enquanto calculam o ganho de um amplificador, testam o sensor ultra-som, ou ainda durante a programação de uma PIC.

O Chef Serafim ainda perde o lugar!

Dado o odor a queimado que por vezes provem dos laboratórios, parece que as refeições têm tido um ligeiro paladar a torrefacção, que é como quem diz - a esturro. No entanto os níveis de saúde dos Inginheiros parecem estar em alta e intoxicação alimentar foi algo que nunca se viu, nem verá pela ESTGA.

Que o diga a ASAE que depois de recentemente visitar a nossa instituição verificou in loco a expressão "Estar tudo em pratos limpos".

Em tempos idos, já um aluno foi encontrado a dormitar sobre as mesas, entre de fontes, osciloscópios, e geradores de sinais. Para quando uma cama, e casa de banho privativa?

Companheiros, boa sorte para os exames!
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void main(O Inginheiro)

segunda-feira, junho 28

#include «Vamos por os pontos nos i's... .h»

... e os traços nos t's.

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O Inginheiro teve intenção de responder anteriormente ao decorrer do post da última Quarta-Feira. No entanto, por uma questão de respeito e consideração pelo trágico acontecimento, o Inginheiro achou por bem filtrar as realidades e manter o seu silêncio, dando espaço para um breve momento, digamos que, de luto aqui no Blog, em memória do nosso colega.

É que há realidades bem mais importantes que lutas ou batalhas, que criticas ou elogios - há vidas.

Vidas que se perdem irreversivelmente, momentos, memórias, lembranças, risos, e choros - vivencias que são cruelmente ceifadas sem qualquer aviso prévio. E isso sim meus amigos, são problemas. Situações que não se podem mudar ou corrigir. Já pararam para pensar a percentagem de tempo nas nossas vidas que passamos aborrecidos ou chateados por questões tão pequeninas, tão insignificantes? Momentos em que podíamos estar a saborear o prazer de viver, momentos em que podíamos estar a escrever mais uma alegre e bela página da história da nossa existência! No entanto perdemos tempo em procurar os problemas, as dificuldades. Um dia, vamos olhar para trás, e vamo-nos aperceber que se calhar as coisas não eram assim tão más. Nós é que teimamos em dificultar o nosso mundo, e aí vamos pensar que "aqueles eram os dias das nossas vidas".

O Inginheiro pode aparentar uma frieza e austeridade profundas, mas talvez devido ao alinhamento da sua existência, este tipo de assuntos causam incómodo e dor. E como o Inginheiro vos quer ver a todos, sem excepção, por muitos e bons anos, a rir, a divertir, a questionar quem será o Inginheiro, a criticar ou a dar nas orelhas, o Inginheiro quer e pede que levem a vida com mais suavidade, mais brandura, mais naturalidade, mais simplicidade e leveza.

Este foi o principal motivo principal pelo qual o Inginheiro se remeteu ao silêncio estes últimos dias, tendo até ponderado não aceitar mais comentários. Estas realidades sensibilizam-me!


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Agora que a poeira assentou um pouco, o Inginheiro vai tentar, de forma mais ou menos curta e sucinta, fazer-se compreender. No entanto, não vai abrir espaço para comentários, nem aceitará mais comentários no outro post, chega de alimentar a confusão e a discórdia. O interesse do blog não é esse!

Se alguma coisa houver a dizer, ou a comentar, façam-no por e-mail. Por favor. Uma colega comentou no facebook do Inginheiro a sua opinião (desagrado) sobre este assunto. O Inignheiro achou uma atitude decente e inteligente, não abrindo espaço para discussão ou discórdia.

Quando ao post da última Quarta-Feira que tanta confusão causou, há alguns detalhes que, na óptica do Inginheiro fazem a diferença:

O Inginheiro não inveja, nem critica à toa o trabalho do NAE. Também não tem nada contra a qualquer elemento do NAE! O NAE tem coisas boas, e tem excelentes ideias para dinamizar o ambiente, reconhecendo o Inginheiro que não é fácil manter uma estrutura destas! No entanto também tem as suas falhas, e foi nisso que o Inginheiro pegou - dados e acontecimentos concretos! Não é sequer costume o Inginheiro abordar o tema NAE. Contam-se pelos dedos das mãos as vezes que o Inginheiro o fez ao longo de mais de 30 posts desde Fevereiro! Muito menos questões como contas, e valores disto ou daquilo.


Já não é a primeira vez que este assunto vem à baila, e neste campo – meus amigos, o Inginheiro não quer saber! O Inginheiro não está lá, não faz contas de economia, não faz ideia do que é preciso ou dos trabalhos que estão por trás. Portanto, não tragam esse assunto para os comentários.

Ainda na Semana do Enterro o Inginheiro terminou a dar os Parabéns à Organização, porque de facto achou que eram merecidos e bem aplicados. No entanto houve discórdia e discussão por causa dos montantes investidos e até da questão estética disto e daquilo. Meus amigos, por vezes as coisas não saem como o previsto, e errar é humano. O Inginheiro aceita e compreende! Seja isto por parte do NAE ou de outra associação/entidade qualquer.

Haveria muito mais a dizer nesta parte, mas o que realmente interessa está descrito – o Inginheiro não persegue ninguém, o Inginheiro tenta ser o mais neutro possível!

Neste post de Quarta-Feira, parece ao Inginheiro ter havido realmente alguma má interpretação das coisas, talvez pela pressão dos exames, ou do final do ano, a verdade é que o Inginheiro não se enquadra nem se revê em parte das acusações de que é alvo.


Claro que o Inginheiro não é burro, e sabe bem o que anda aqui a fazer - a confusão acabou por surgir mais pelo teor dos comentários, que pelo teor e assunto do Post. Também não ficou bem estarem duas ou três pessoas, continuamente a atirar gasolina para a fogueira, mas adiante, O Inginheiro não quer que pensem que está a fugir às responsabilidades, por isso,

Vamos analisar o Post racionalmente:

- O Inginheiro abre o Post a criticar humoristicamente o tempo de aviso da festa na praia, parece que isto é um dado adquirido. Na óptica do Inginheiro seria mais proveitosa a recepção do e-mail uma semana antes, em vez de pouco mais de 48 horas antes do evento. Isto é perseguição e dura crítica? O Inginheiro não acha.

- O Inginheiro brinca com o facto do nome da festa ser "Festa da Praia" a realizar-se nas piscinas. O Inginheiro compreende, como é óbvio, e apesar de termos rio aqui perto, é bem mais seguro e eficaz a realização da festa nas piscinas. Claro que o Inginheiro brincou com a situação, não compreenderam? Temos pena, quando os alvos são outros, acham piada, mas desta vez parece que se sentiram atacados. Não foi essa a intenção. Dada a situação, o Inginheiro foi reler várias vezes esta parte do texto, e parece ao Inginheiro que a forma irónica como está descrito é denunciadora da intenção de brincar. No entanto, se assim não o interpretaram – o Inginheiro deixa aqui o seu pedido de desculpas.

Será que ninguém reparou nesta parte:?

"O Inginheiro aproveita para anunciar que está a pensar ir passar férias para o campo, fazendo turismo rural lá para os lados da Praia da Rocha. Quando lá chegar vai vestir o sobretudo e estender a toalha na relva para de seguida ir fazer surf com a bicicleta."

Será que não se compreendeu logo qual a verdadeira intensão?

Em relação à festa da praia estamos conversados, dois detalhes que ajudaram a despoletar mais de 50 posts em delicado ambiente!

Resumindo – o Inginheiro criticou a data do envio do e-mail, e o nome "Festa da Praia", uma vez que foi realizado nas piscinas.

Isto tem um nome – Tempestade em copo de água.

Depois o Inginheiro disse, vamos em frente que atrás vem gente,

E nesta parte aborda o tema – Baile.

- A abordagem deste tema, já na semana anterior causou aqui alguma confusão, a qual o Inginheiro não considerou muito. No entanto o Inginheiro utilizou isso para iniciar o texto em torno desse assunto, e assim introduzir a questão do "feeling", já que anda tudo em alvoroço com a selecção e as publicidades do "Ronaldo", e ainda deu espaço para, novamente brincar com o Professor Caldeira. O "mau feeling" vai, principalmente, para a questão dos copos, que do ponto de vista do Inginheiro não deviam surgir de forma tão intensa. Já somos todos crescidinhos, não fica propriamente bem. Mas isto é uma opinião pessoal.

- O Inginheiro dá um toque na questão do iniciar um pouco tarde do evento, e dá finalmente o leve toque da questão – álcool. O NAE tem/sente culpa disto? O NAE tem culpa da malta que bebe uns canecos a mais? O Inginheiro acha que não! O Inginheiro também não achou bem a maior quantidade de malta sob este efeito ser do género feminino, mais uma vez – é uma opinião pessoal, no entanto foi um facto, algo que ocorreu, e o Inginheiro comentou. Atacou o NAE? Não me parece.

- O Inginheiro falou do concerto de Rock. O Inginheiro até gostou, mas tendo o Inginheiro falado nisso na semana anterior, e querendo dar uma pitada de piada à coisa relacionando totalmente com o post anterior, o Inginheiro achou por bem falar nesse tema. No entanto não parece que haja ali crítica dura, apenas é comentado que tal ocorreu, e o único termo mais "agressivo" é "barulho", na frase "uma banda de rock a fazer barulho num baile de gala".

Acham que isto é falar mal a torto e a direito? Aconselho-vos a nunca mais ver episódios do Gato Fedorento.

- A questão Julieta. Meus amigos, santa paciência, leiam lá bem e digam-me se o Inginheiro critica duramente, insulta, ou descredibiliza as pessoas envolvidas! O Inginheiro diz apenas que não tinham dito que ia haver um pequeno tributo à Julieta (embora o diga, naturalmente ironicamente), e depois faz o comentário final, breve e curto.


Colegas, não acham que exageraram um pouco?! O Inginheiro nem diz bem, nem mal dessa situação, apenas o refere nos comentários, e nem critica a brincadeira (o Inginheiro também brinca, e gosta de brincar), o Inginheiro até falou mais pela incoerência. Uma vez que estavam a dizer na semana anterior que o Inginheiro era insensível por não falar na Julieta. Parece que há dois pesos e duas medidas para analisar as atitudes das pessoas.

Depois desta análise, acham que havia necessidade para todo aquele escândalo? Acham que foram justas as várias e sucessivas acusações? Mas óptimo, o Inginheiro promete que vai ponderar e pensar melhor nos posts antes de os colocar online, porque o Inginheiro não procura aqui batalhas campais nem guerras. O Inginheiro apela ao bom senso e ao sentido de humor das pessoas. Nada mais que isso! Levem isto com mais naturalidade.

O Inginheiro continua de consciência tranquila, até porque já está calejado neste tipo de "mundos", mas sente-se naturalmente triste pelas proporções que meia dúzia de comentários tomaram, por, na óptica do Inginheiro, serem mal interpretados.


Mas o Inginheiro pede desculpas aos colegas, e nomeadamente ao NAE, pelo facto do texto poder dar a entender outro intuito. Não é, nunca foi, nem será, objectivo do Inginheiro entrar em guerras de associações, comissões, e afins! No entanto, se algo não está bem, o Inginheiro comenta, fala, avisa, ou satiriza. Mais uma vez isto acontece independentemente de quem o faça. Se for necessário elogiar, o Inginheiro elogia.

O Inginheiro terminou até o texto escrevendo: "Divirtam-se!"Será que não se fez luz nas vossas mentes?

O Inginheiro espera ter esclarecido alguns mal-entendidos, e pede que revejam bem o Blog pensando se realmente há aqui alguma perseguição, ou tentativa de criar problemas ou conflitos.

Mesmo na semana das eleições para a comissão de Faina, o Inginheiro limitou-se a descrever pormenorizadamente, e com alguma dose de humor, aquilo que decorreu naquele momento. Foram talvez os três posts mais "complicados" por lidarem com este tipo de entidades e assuntos. O post das eleições para comissão de faina, o post no qual foi abordado o Blog do NAE, e este último.


Possivelmente o que despoletou tudo isto foi a proximidade de datas. E é claro que parte do que é descrito, e a forma como é descrito, é em total tom de sátira e brincadeira. Ou preferiam que o Inginheiro chegasse cá e colocasse as coisas do género:

"1. Evitem avisar as coisas em cima da hora"
"2. Actualizem o Blog"
"3. Não gostei do nome festa da praia"
"4. Não gostei de ver ESTGIANOS bêbados"

Não faz sentido, a sério que não faz sentido.

O Inginheiroeste assunto por encerrado, e qualquer questão, duvida, ou até insulto, façam-no por e-mail. Das próximas vezes, não tragam para o Blog outros temas que nada têm a ver com o que se aborda por cá, como contas, ou jantares de outros cursos que não foram sequer falados no Blog. Deixem a gasolina e a caruma em casa, porque para fogo já bastam algumas más interpretações dos posts.

Cumprimentos a todos, obrigado, e boa sorte para os exames,
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void main(O Inginheiro)

sexta-feira, junho 25

#include «Fragilidade da vida.h»

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É com tristeza e pesar que o Inginheiro coloca hoje um post extra.

Sem longas ou densas palavras, a verdade é que a vida é um bem demasiado precioso, mas demasiado frágil. Motivo pelo qual a devemos viver em todo o seu esplendor e magnificência, fugindo dos problemas e conflitos que nos causticam.

Em memória e consideração pelo nosso colega Luís André Nogueira Monteiro da Costa, aluno de Comercio, o Inginheiro deixa aqui o seu pesar. É intolerável e demasiado trágico ser ceifada a vida de um jovem em plena flor da idade.

Luís, descansa em paz.

O Inginheiro.
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quarta-feira, junho 23

#include «A festa na praia! Ou então não.h»

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Atempadamente (Segunda-Feira) o Inginheiro recebeu um e-mail do NAE anunciando uma apetecível "Festa da Praia", a decorrer na... Quarta-Feira da mesma semana.

Com isto, o Inginheiro olhou perplexo para o monitor deleitando-se com o atempado aviso de tal festa. Parece que as chamadas de atenção têm caído em saco roto, e, como vem sendo hábito, temos mais um evento divulgado em cima da hora.

Mas o busílis da questão nem está aqui, pois a perplexidade aumenta à medida que o Inginheiro observa o "cartaz digital" enviado no e-mail, deparando-se com uma "Festa da Praia" que vai ser realizada nas... Piscinas Municipais.

Estupefacto, o Inginheiro questiona – Onde anda a semelhança entre praia e piscina?

Só se for na água, mas para isso, o Inginheiro fica-se pela banheira poupando ainda 5 Euros.

O Inginheiro aproveita para anunciar que está a pensar ir passar férias para o campo, fazendo turismo rural lá para os lados da Praia da Rocha. Quando lá chegar vai vestir o sobretudo e estender a toalha na relva para de seguida ir fazer surf com a bicicleta.

Mas vamos em frente que atrás vem gente,

Na semana anterior a comunidade ESTGIANA foi ainda presenteada com o dito Baile, que tanto alarido causou aqui no Blog.

O Inginheiro sente-se satisfeito ao verificar que o seu feeling a respeito do baile não falhou. O Professor Caldeira que se cuide, com uma aptidão destas, o Inginheiro ainda lhe rouba o lugar.

Mesmo chegando tarde, o Inginheiro ainda teve tempo para apanhar as entradas, extasiando-se com o facto de, ainda nas entradas, haver já ESTGIANOS a cair de bêbados.

Mais chocado ficou o Inginheiro ao observar que o principal seio alcoólico era constituído por alunos do sexo feminino, que foram, sem margem para dúvidas, quem se portou pior.

A elegância, distinção e nobreza do Inginheiro tornam-no não familiarizado com ambientes roqueiros, muito menos em Bailes de Gala, no entanto, após alguma contestação, o Inginheiro aceitou pagar para ver uma banda de rock a fazer barulho num Baile de Gala.

O que não tinham dito ao Inginheiro, é que o preço da entrada para além do concerto também incluía um pequeno tributo à mascote da ESTGA.

O Tributo à Julieta:

Estes rapazotes não vinham no cartaz. Se a nossa Julieta tivesse escapado com vida, decerto não passava desta.

Divirtam-se!
}

void main(O Inginheiro)

quinta-feira, junho 17

#include «Julieta - A mascote da ESTGA.h»

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Caros alunos, docentes e funcionários,

Ontem, Quarta-Feira (dia 16/06/2010) foi um dia triste para a nossa Instituição.

Perdemos um dos símbolos mais marcantes da ESTGA, a nossa Julieta.

Ao contrário do que podem pensar, o Inginheiro não é uma pessoa arrogante e com mau carácter. Tem sentimentos e por isso não conseguiu ficar indiferente a esta pesarosa notícia.

Para quem não sabe, a Julieta já estava connosco há 16 anos, remontando a sua história ao período que antecede a ESTGA, mais precisamente ao antigo quartel militar que se situava no mesmo local da nossa escola.

Apesar da sua idade avançada e do complicado histórico clínico que já não lhe permitiam que ficasse muito mais tempo entre nós, esta perda não deixou de ser marcante para a nossa comunidade.

Por estas razões, o Inginheiro agradece a todos pelo carinho e simpatia com que sempre a trataram, bem como toda a disponibilidade que mostraram sempre que esta necessitou de cuidados médicos.


Que descanse em paz.

O Inginheiro promete ainda que não deixará cair a Julieta no esquecimento, estando já a preparar um "tributo" que será apresentado ainda este ano lectivo.

A todos, muito Obrigado!

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void main(O Inginheiro)

quarta-feira, junho 16

#include «Era uma vez um Baile, um Blogue e a Vuvuzela da ESTGA.h»

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Dias de descoberta e consequente perplexidade para o Inginheiro, estes.

Para iniciar o tema de hoje com o Pé Direito, nada melhor que falar de Bailes.


Depois do Baile dado nas eleições para a comissão de faina, eis que vem o Baile dos Finalistas.
Segundo informações recolhidas junto a finalistas será, supostamente, realizado um Baile na próxima Quinta-Feira (amanhã).
O Inginheiro refere "supostamente" porque na verdade o Inginheiro ainda não viu inscrições para ninguém. Nada que surpreenda o Inginheiro. É apenas mais um caso de um evento realizado antecipadamente e com qualidade na nossa academia.

Por outro lado, até podem chamar antiquado ao Inginheiro, mas este não pode deixar de criticar esta situação – para o Inginheiro um Baile de Gala é para ter música de Baile. No entanto, segundo o cartaz do evento, o NAE decidiu inovar alterando a tradição. O Inginheiro até concorda, mas em abono da verdade, por vezes mais vale estar quieto e manter a tradição. Assim, lá terão os ESTGIANOS que vestir o seu melhor fatinho de gala, para ir assistir a um concerto de Rock e como se isto não bastasse, levar com uma dose de música brasileira por cima.

Isto deve ser para antever o embate no Mundial de Futebol, e em relação a este Baile, o feeling do Inginheiro é bem pior. Se isto pega moda, qualquer dia o Inginheiro veste-se à Punk para ir à Ópera.

Mas já que se fala em NAE, o Inginheiro encontrou outra preciosidade deste núcleo – o blogue do NAE.

Depois do Inginheiro ter lido todo o conteúdo do blogue, acto fatigante diga-se, pois este é constituído por um total de uma página, contendo um único post, o Inginheiro ficou a saber tudo o que queria, principalmente no que diz respeito a actividades a realizar e outros assuntos de interesse.

Neste momento, a filosofia e o blogue do NAE são as coisas que com a qual e o tal, se fica sempre tal e qual.

O Inginheiro tem que ter cuidado, ainda roubam audiência.


Ah! E façam o favor de ser felizes.

Mas o melhor ainda está para vir.
Hoje o Inginheiro não se fica por aqui, pois parece que os ESTGIANOS não poupam esforços para mostrar o amor incondicional que sentem por Portugal.

Desta forma, como são seres dotados de muita inteligência e criatividade, decidem criar a sua própria Vuvuzela. Permitindo esta nova versão entoar a banda sonora da séria animada "Dartacão e os 3 Mosqueteiros".




Depois de visionar o vídeo, até que fica uma dúvida: Será que é para apoiar a selecção, ou para antever o trabalho numa caixa do Intermarchè? Esse é que é o Super-Mercado dos Mosqueteiros.

Enfim, como o vídeo diz: "é para o que dá a bubedeira".
Até já!
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void main(O Inginheiro)

quarta-feira, junho 9

#include «O Caixote! Up's, perdão - O Contentor Climatizado.h»

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O tema de hoje será extremamente ténue, tendo como objectivo apenas chamar à atenção de um principal detalhe que poderia estar mais bem conseguido. Dada a modernidade, condições, e bom aspecto da ESTGA, o Inginheiro acha que a instalação de alguns detalhes não foi a mais bem conseguida.

O Inginheiro esteve já para abordar este tema, mas como outros assuntos se têm superiorizado, só agora o Inginheiro abre um espaço para o abordar.

Como já muitos devem ter reparado, este ano a nossa instituição parece estar disposta a abrir os cordelinhos à bolsa, apostando na renovação das suas infra-estruturas. Isto pode verificar-se com a criação da biblioteca, de dois novos gabinetes, e de mais alguns detalhes que a seu tempo o Inginheiro abordará.

Ora, são precisamente estes dois gabinetes que têm causado alguma perplexidade ao Inginheiro. Isto prende-se com o facto de, ao inicio, nem os alunos conseguirem perceber ao certo o que era aquilo. Para quem observa, estes gabinetes não passam de um caixote em cima doutro, os quais são chamados "Contentores Climatizados", para parecer chique. E parece que esta obra é definitiva. O Inginheiro questiona – É a isto que chamam inovar?

É certo que isto ocorreu para deixar mais salas vagas na zona dos laboratórios, mas colocar assim dois contentores, caídos do céu, naquele espaço? Não parece a melhor solução.

O nível de conforto cai abruptamente, mesmo sendo climatizados. A verdade é que o Ar Condicionado parece estar lá para "fazer bonito", uma vez que sempre que um aluno lá entra, a superior temperatura média é logo percebida, tal como o odor a plástico. Aquela total falta de espaço, os painéis de separação, e até mesmo a falta de privacidade, contribuem imensamente para uma espécie de sentimento de desânimo.

O Inginheiro sabe que a intenção é boa, e que haverá instituições com condições, essas sim, criticáveis, no entanto esta "inovação" na nossa ESTGA não funcionou bem! Em dias de chuva intensa, os problemas voltam a surgir, sobretudo quando é necessário ir ao caixote superior, no qual as escadas de acesso podem incomodar o trabalho dos docentes dada a vibração e barulho pelos alunos provocado. O Inginheiro, a ter que utilizar tal escadaria, irá certamente em pezinhos de lã.

Até a versão utilizada para os seguranças parece estar mais bem conseguida! Agora já com máquina de café e internet para poderem ver o Blog sempre que lhes apetece.

O Inginheiro espera que este post não seja erroneamente interpretado. Não é uma tentativa de manchar ou depreciar a imagem da nossa instituição, mas sim um post sério de alerta para algo que efectivamente não funcionou, devendo, na opinião do Inginheiro, ser devidamente tratado, analisado e corrigido.

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void main(O Inginheiro)

quarta-feira, junho 2

#include «O acto democrático à moda de Hugo Chavez, e o confessionário da ESTGA.h»

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Apesar da moleza aos ESTGIANOS provocada pelo calor que nos inunda, esta semana houve dois acontecimentos dignos de registo por parte do Inginheiro.

A semana iniciou-se com um bem organizado, pontual, e definido momento de voto para eleger a comissão de faina do próximo ano. Rigor e profissionalismo foram as palavras de ordem! Tal momento pareceu uma espécie de homenagem à democracia.

Participantes foi coisa que não faltou. Umas escassas meias dúzias aguardavam impacientemente pelos pontuais representantes da futura comissão. Muito se olhava para o relógio, até que, após mais de meia hora de espera, o momento começou a adquirir contornos mais circunspectos.

A luta renhida entre as várias comissões trouxe-nos um discurso à moda do Valentim (aquele senhor a quem chamam Major), cheio de firmeza e ideias novas. Ou então não... Os candidatos pareceram inspirar-se nas políticas de Hugo Chavez, uma vez que aquilo que pelos ESTGIANOS foi vislumbrado não passou de uma lista feita em cima do joelho, na qual não houve qualquer proposta, ideias, ou intuitos, nem sequer uma promessa de trabalho, como há dias José Mourinho fez. Pelo menos tentem imitar o Special One, em vez de, na hora "h", ficarem a olhar para o vazio.

A verdade é que, de tão humilde discurso os ESTGIANOS só conseguiram perceber que para participar em tais actos democráticos é necessário estarem trajados. Isto dito por um jovem escondido por detrás de uns óculos de sol, com ar arrogante e mandão (o Inginheiro avisou que parecia o Valentim). No entanto o Inginheiro compreende, o Inginheiro também se esconde por trás de um blog.

Com tal luta contra si mesma, houve até dúvidas acerca do que escrever naqueles papeizinhos sem tamanho standard. A vitória esteve difícil, o Inginheiro bem que tentou impugnar tal votação, dado o amadorismo da coisa, mas sem sucesso.

Desde os papéis de voto de diversas dimensões disformemente rasgados, a um envelope contendo as ultimas analises clínicas da Julieta utilizado como urna, tudo foi possível e aceite naquele momento. Excepto, claro está, votantes sem estarem trajados. Isso é que nem pensar! Falta de ideias, argumentos, profissionalismo e integridade por parte dos candidatos? Não! Traje é que é necessário!

Os eleitores estavam impacientes para exercer o seu dever de cidadania ou ir embora. O Inginheiro nem percebeu bem. Mas a verdade é que o interesse era tanto, que até duvidas surgiram acerca de como escrever o nome da lista. "J"? Ou é melhor "j"? E se for "JOTA"? Não serve "jota"? Ou "Jota"... E já agora, Jota de quê? De Jumento?! É que nem isto foi apurado no discurso dos candidatos.

O Inginheiro conseguiu desvendar o livro no qual a lista "Jota" se inspirou antes de se candidatar ao poleiro:

Mas nem tudo são coisas maravilhosas na nossa ESTGA, logo no dia seguinte somos brindados com mais um delicioso e louvável momento. Parece que foi dia de ir ao confessionário na ESTGA. Este não teve como confessor um sacerdote, mas antes umas meninas de batina branca.

O Inginheiro gostou de ver passar por lá aqueles que experimentaram o teste por curiosidade, mostrando a sua responsabilidade social sem precisarem de usar t-shirt verde. De igual modo, e apesar de ausências estranhas, o Inginheiro também gostou de ver por lá aquelas almas penadas que fazem da vida uma verdadeira rambóia. Talvez estas lá tenham ido para descarga de consciência ao mesmo tempo que confessavam as suas aventuras, de forma a tentarem ganhar o seu lugarzinho no céu.

Será que Deus vai ser complacente com estas almas? A esta pergunta nem o sapiencial Professor Caldeira consegue dar resposta.
Mas o Inginheiro deixa uma sugestão, para a próxima usem a cabeça, aquela que todos temos mas que nem todos usam.

O Inginheiro não pode deixar de sublinhar a concorrência desleal à sua ideia no que toca à t-shirt para usar no dia 12 do presente mês. Por outro lado combina com a ocorrência vivida no momento democrático do dia anterior – Para votar, só de traje! Para participar numa caminhada relativa à responsabilidade social só de t-shirt verde!

Num tom mais sério, é de louvar este tipo de evento, sendo totalmente respeitado e aplaudido pelo Inginheiro! O Inginheiro acredita que os seus queridos ESTGIANOS são jovens com a cabeça no lugar, juízo e responsabilidade, por isso tem plena certeza de que estão todos de perfeita saúde. Com excepção de alguns fígados que por aí coabitam.

Nota: A primeira faixa da Playlist de hoje é inteiramente relacionada com este flagelo que é a SIDA. Retirada do mais recente álbum dos Queen (The Cosmos Rocks - 2008) e intitulada de Say It’s Not True. Relembrando o seu carismático vocalista, Freddie Mercury (fulminado por esta doença em 1991), retrata o momento em quem "alguém" recebe a notícia de que está infectado pelo temido vírus da Sida. Girando assim em torno desse assunto. Tenham cuidado.

Boa sorte a todos.

}

void main(O Inginheiro)