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O Inginheiro teve intenção de responder anteriormente ao decorrer do post da última Quarta-Feira. No entanto, por uma questão de respeito e consideração pelo trágico acontecimento, o Inginheiro achou por bem filtrar as realidades e manter o seu silêncio, dando espaço para um breve momento, digamos que, de luto aqui no Blog, em memória do nosso colega.
É que há realidades bem mais importantes que lutas ou batalhas, que criticas ou elogios - há vidas.
Vidas que se perdem irreversivelmente, momentos, memórias, lembranças, risos, e choros - vivencias que são cruelmente ceifadas sem qualquer aviso prévio. E isso sim meus amigos, são problemas. Situações que não se podem mudar ou corrigir. Já pararam para pensar a percentagem de tempo nas nossas vidas que passamos aborrecidos ou chateados por questões tão pequeninas, tão insignificantes? Momentos em que podíamos estar a saborear o prazer de viver, momentos em que podíamos estar a escrever mais uma alegre e bela página da história da nossa existência! No entanto perdemos tempo em procurar os problemas, as dificuldades. Um dia, vamos olhar para trás, e vamo-nos aperceber que se calhar as coisas não eram assim tão más. Nós é que teimamos em dificultar o nosso mundo, e aí vamos pensar que "aqueles eram os dias das nossas vidas".
O Inginheiro pode aparentar uma frieza e austeridade profundas, mas talvez devido ao alinhamento da sua existência, este tipo de assuntos causam incómodo e dor. E como o Inginheiro vos quer ver a todos, sem excepção, por muitos e bons anos, a rir, a divertir, a questionar quem será o Inginheiro, a criticar ou a dar nas orelhas, o Inginheiro quer e pede que levem a vida com mais suavidade, mais brandura, mais naturalidade, mais simplicidade e leveza.
Este foi o principal motivo principal pelo qual o Inginheiro se remeteu ao silêncio estes últimos dias, tendo até ponderado não aceitar mais comentários. Estas realidades sensibilizam-me!
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Agora que a poeira assentou um pouco, o Inginheiro vai tentar, de forma mais ou menos curta e sucinta, fazer-se compreender. No entanto, não vai abrir espaço para comentários, nem aceitará mais comentários no outro post, chega de alimentar a confusão e a discórdia. O interesse do blog não é esse!
Se alguma coisa houver a dizer, ou a comentar, façam-no por e-mail. Por favor. Uma colega comentou no facebook do Inginheiro a sua opinião (desagrado) sobre este assunto. O Inignheiro achou uma atitude decente e inteligente, não abrindo espaço para discussão ou discórdia.
Quando ao post da última Quarta-Feira que tanta confusão causou, há alguns detalhes que, na óptica do Inginheiro fazem a diferença:
O Inginheiro não inveja, nem critica à toa o trabalho do NAE. Também não tem nada contra a qualquer elemento do NAE! O NAE tem coisas boas, e tem excelentes ideias para dinamizar o ambiente, reconhecendo o Inginheiro que não é fácil manter uma estrutura destas! No entanto também tem as suas falhas, e foi nisso que o Inginheiro pegou - dados e acontecimentos concretos! Não é sequer costume o Inginheiro abordar o tema NAE. Contam-se pelos dedos das mãos as vezes que o Inginheiro o fez ao longo de mais de 30 posts desde Fevereiro! Muito menos questões como contas, e valores disto ou daquilo.
Já não é a primeira vez que este assunto vem à baila, e neste campo – meus amigos, o Inginheiro não quer saber! O Inginheiro não está lá, não faz contas de economia, não faz ideia do que é preciso ou dos trabalhos que estão por trás. Portanto, não tragam esse assunto para os comentários.
Ainda na Semana do Enterro o Inginheiro terminou a dar os Parabéns à Organização, porque de facto achou que eram merecidos e bem aplicados. No entanto houve discórdia e discussão por causa dos montantes investidos e até da questão estética disto e daquilo. Meus amigos, por vezes as coisas não saem como o previsto, e errar é humano. O Inginheiro aceita e compreende! Seja isto por parte do NAE ou de outra associação/entidade qualquer.
Haveria muito mais a dizer nesta parte, mas o que realmente interessa está descrito – o Inginheiro não persegue ninguém, o Inginheiro tenta ser o mais neutro possível!
Neste post de Quarta-Feira, parece ao Inginheiro ter havido realmente alguma má interpretação das coisas, talvez pela pressão dos exames, ou do final do ano, a verdade é que o Inginheiro não se enquadra nem se revê em parte das acusações de que é alvo.
Claro que o Inginheiro não é burro, e sabe bem o que anda aqui a fazer - a confusão acabou por surgir mais pelo teor dos comentários, que pelo teor e assunto do Post. Também não ficou bem estarem duas ou três pessoas, continuamente a atirar gasolina para a fogueira, mas adiante, O Inginheiro não quer que pensem que está a fugir às responsabilidades, por isso,
Vamos analisar o Post racionalmente:
1º - O Inginheiro abre o Post a criticar humoristicamente o tempo de aviso da festa na praia, parece que isto é um dado adquirido. Na óptica do Inginheiro seria mais proveitosa a recepção do e-mail uma semana antes, em vez de pouco mais de 48 horas antes do evento. Isto é perseguição e dura crítica? O Inginheiro não acha.
2º - O Inginheiro brinca com o facto do nome da festa ser "Festa da Praia" a realizar-se nas piscinas. O Inginheiro compreende, como é óbvio, e apesar de termos rio aqui perto, é bem mais seguro e eficaz a realização da festa nas piscinas. Claro que o Inginheiro brincou com a situação, não compreenderam? Temos pena, quando os alvos são outros, acham piada, mas desta vez parece que se sentiram atacados. Não foi essa a intenção. Dada a situação, o Inginheiro foi reler várias vezes esta parte do texto, e parece ao Inginheiro que a forma irónica como está descrito é denunciadora da intenção de brincar. No entanto, se assim não o interpretaram – o Inginheiro deixa aqui o seu pedido de desculpas.
Será que ninguém reparou nesta parte:?
"O Inginheiro aproveita para anunciar que está a pensar ir passar férias para o campo, fazendo turismo rural lá para os lados da Praia da Rocha. Quando lá chegar vai vestir o sobretudo e estender a toalha na relva para de seguida ir fazer surf com a bicicleta."
Será que não se compreendeu logo qual a verdadeira intensão?
Em relação à festa da praia estamos conversados, dois detalhes que ajudaram a despoletar mais de 50 posts em delicado ambiente!
Resumindo – o Inginheiro criticou a data do envio do e-mail, e o nome "Festa da Praia", uma vez que foi realizado nas piscinas.
Isto tem um nome – Tempestade em copo de água.
Depois o Inginheiro disse, vamos em frente que atrás vem gente,
E nesta parte aborda o tema – Baile.
1º - A abordagem deste tema, já na semana anterior causou aqui alguma confusão, a qual o Inginheiro não considerou muito. No entanto o Inginheiro utilizou isso para iniciar o texto em torno desse assunto, e assim introduzir a questão do "feeling", já que anda tudo em alvoroço com a selecção e as publicidades do "Ronaldo", e ainda deu espaço para, novamente brincar com o Professor Caldeira. O "mau feeling" vai, principalmente, para a questão dos copos, que do ponto de vista do Inginheiro não deviam surgir de forma tão intensa. Já somos todos crescidinhos, não fica propriamente bem. Mas isto é uma opinião pessoal.
2º - O Inginheiro dá um toque na questão do iniciar um pouco tarde do evento, e dá finalmente o leve toque da questão – álcool. O NAE tem/sente culpa disto? O NAE tem culpa da malta que bebe uns canecos a mais? O Inginheiro acha que não! O Inginheiro também não achou bem a maior quantidade de malta sob este efeito ser do género feminino, mais uma vez – é uma opinião pessoal, no entanto foi um facto, algo que ocorreu, e o Inginheiro comentou. Atacou o NAE? Não me parece.
3º - O Inginheiro falou do concerto de Rock. O Inginheiro até gostou, mas tendo o Inginheiro falado nisso na semana anterior, e querendo dar uma pitada de piada à coisa relacionando totalmente com o post anterior, o Inginheiro achou por bem falar nesse tema. No entanto não parece que haja ali crítica dura, apenas é comentado que tal ocorreu, e o único termo mais "agressivo" é "barulho", na frase "uma banda de rock a fazer barulho num baile de gala".
Acham que isto é falar mal a torto e a direito? Aconselho-vos a nunca mais ver episódios do Gato Fedorento.
4º - A questão Julieta. Meus amigos, santa paciência, leiam lá bem e digam-me se o Inginheiro critica duramente, insulta, ou descredibiliza as pessoas envolvidas! O Inginheiro diz apenas que não tinham dito que ia haver um pequeno tributo à Julieta (embora o diga, naturalmente ironicamente), e depois faz o comentário final, breve e curto.
Colegas, não acham que exageraram um pouco?! O Inginheiro nem diz bem, nem mal dessa situação, apenas o refere nos comentários, e nem critica a brincadeira (o Inginheiro também brinca, e gosta de brincar), o Inginheiro até falou mais pela incoerência. Uma vez que estavam a dizer na semana anterior que o Inginheiro era insensível por não falar na Julieta. Parece que há dois pesos e duas medidas para analisar as atitudes das pessoas.
Depois desta análise, acham que havia necessidade para todo aquele escândalo? Acham que foram justas as várias e sucessivas acusações? Mas óptimo, o Inginheiro promete que vai ponderar e pensar melhor nos posts antes de os colocar online, porque o Inginheiro não procura aqui batalhas campais nem guerras. O Inginheiro apela ao bom senso e ao sentido de humor das pessoas. Nada mais que isso! Levem isto com mais naturalidade.
O Inginheiro continua de consciência tranquila, até porque já está calejado neste tipo de "mundos", mas sente-se naturalmente triste pelas proporções que meia dúzia de comentários tomaram, por, na óptica do Inginheiro, serem mal interpretados.
Mas o Inginheiro pede desculpas aos colegas, e nomeadamente ao NAE, pelo facto do texto poder dar a entender outro intuito. Não é, nunca foi, nem será, objectivo do Inginheiro entrar em guerras de associações, comissões, e afins! No entanto, se algo não está bem, o Inginheiro comenta, fala, avisa, ou satiriza. Mais uma vez isto acontece independentemente de quem o faça. Se for necessário elogiar, o Inginheiro elogia.
O Inginheiro terminou até o texto escrevendo: "Divirtam-se!"Será que não se fez luz nas vossas mentes?
O Inginheiro espera ter esclarecido alguns mal-entendidos, e pede que revejam bem o Blog pensando se realmente há aqui alguma perseguição, ou tentativa de criar problemas ou conflitos.
Mesmo na semana das eleições para a comissão de Faina, o Inginheiro limitou-se a descrever pormenorizadamente, e com alguma dose de humor, aquilo que decorreu naquele momento. Foram talvez os três posts mais "complicados" por lidarem com este tipo de entidades e assuntos. O post das eleições para comissão de faina, o post no qual foi abordado o Blog do NAE, e este último.
Possivelmente o que despoletou tudo isto foi a proximidade de datas. E é claro que parte do que é descrito, e a forma como é descrito, é em total tom de sátira e brincadeira. Ou preferiam que o Inginheiro chegasse cá e colocasse as coisas do género:
"1. Evitem avisar as coisas em cima da hora"
"2. Actualizem o Blog"
"3. Não gostei do nome festa da praia"
"4. Não gostei de ver ESTGIANOS bêbados"
Não faz sentido, a sério que não faz sentido.
O Inginheiro dá este assunto por encerrado, e qualquer questão, duvida, ou até insulto, façam-no por e-mail. Das próximas vezes, não tragam para o Blog outros temas que nada têm a ver com o que se aborda por cá, como contas, ou jantares de outros cursos que não foram sequer falados no Blog. Deixem a gasolina e a caruma em casa, porque para fogo já bastam algumas más interpretações dos posts.
Cumprimentos a todos, obrigado, e boa sorte para os exames,
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