quarta-feira, abril 14

#include «Batalha de Aljubarrota representada em festa ESTGA.h»

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A Batalha de Aljubarrota representa uma das raras grandes batalhas campais da Idade Média entre dois exércitos régios. É um dos acontecimentos mais decisivos da história de Portugal. No campo militar há que sublinhar a inovação de uma táctica onde os homens apeados de armas foram capazes de vencer a poderosa cavalaria medieval. Também na semana passada a entidade policial de Águeda conseguiu vencer as cavalarias alemãs e francesas que continuaram a povoar passeio que nos leva até ao Troca, mesmo depois da chamada de atenção do Inginheiro.

No entanto, não é este assunto que traz o Inginheiro por cá, é sim a festa que foi organizada na passada Quinta-Feira, dia 8, (felizmente fora da Instituição), a qual parece ter sido projectada em honra da célebre batalha de Aljubarrota, já que culminou numa batalha campal similar à que se viveu em Aljubarrota no final da tarde de 14 de Agosto de 1385, no campo de São Jorge. O Inginheiro apoia este tipo de comemoração – reviver na total essência da palavra tão glorioso marco histórico.

O Inginheiro confessa que compreende a exaltação dos ânimos e o triste espectáculo vivido. Se o Inginheiro pagasse 1.5 Euros para ir a uma festa da universidade e os seus ouvidos fossem invadidos pela "dança do txiriri" do idolatrado – "Costuleta", provavelmente também adoptaria uma postura mais violenta como fez com o João Vítor. Dom João I, o primeiro da dinastia de Avis, ficaria orgulhoso do seu povo se vislumbrasse tal espectáculo.

Segundo Paul McCartney a música pode curar, segundo o Inginheiro a música também pode causar nódoas negras e derivados, tal é a carga violenta que é infligida pela dança do txiriri – basta realçar detalhes da letra como "mano espeta a faca, madafaca" (esta martelada no inglês misturada com pujante calão deixam o Inginheiro dilacerado).


À semelhança do que ocorreu em 1385, os Castelhanos não faltaram, sendo agora representados pela classe Cigana. É que nem as caçadeiras ficaram de fora! Foi a verdadeira homenagem à referida Batalha em plena festa ESTGA.

A classe Cigana apareceu possivelmente para vender T-shirts ou outros artefactos de vestuário, dado que atmosfera festiva foi também iluminada por alunas munidas de vestes no mínimo insólitas, fazendo o Inginheiro lembrar uma célebre frase do universo da arte que verbaliza: "uma peça de arte não tem objectivo, nem finalidade, não é pensada, nem racionalizada". Segundo esta reflexão parece ao Inginheiro que essas meninas fariam um brilharete num museu ou numa galeria de arte contemporânea. Não há grande serventia, mas é interessante observar.


O Inginheiro teria mais para dizer, mas a bem da vossa saúde mental não se alongará. Tenham juízo, e o Professor Caldeira que analise bem o estado de alguns espíritos ESTGIANOS que parecem ter sido absorvidos pelo Demónio.
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void main(O Inginheiro)

5 comentários:

  1. óh moço, tás fino?

    óh moço, esses cigans sao d espinho pah, so os cigans d espinho e k andam armados meu.. os cigans d espinho tem tdo moço, ms mmo tudo

    keres iphones? ferrarys? e merdas assim? fala comigo moço, keu falo kos cigans d espinho e eles oritetam

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  2. E mais moço, eu participei ns idolosestga http://www.youtube.com/watch?v=rA1mQevs5PM , e agr tou a me preparar pra participar n naum sei dançar!

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  3. Caro Nuno Lopes,

    É bom vê-lo por cá. E sim, havia lá elementos de raça cigana.

    Cumprimentos,
    O Inginheiro

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  4. Caro O Moço,

    O Inginheiro desconhecia tal assunto de Idolos, e afins. O Inginheiro vê-se obrigado a explorar mais esse assunto dos Idolos e derivados.

    Por outro lado não preciso desse tipo de artefacto para me afirmar, portanto, dispenso bem "iphones", "ferraris", e coisas do género.

    Obrigado.

    Cumprimentos,
    O Inginheiro.

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Cuidadinho aí, com o que escrevem aqui. O Inginheiro é impetuoso.